domingo, 24 de junho de 2012





Tenho sua filosofia no que tange viver a antítese dos conceitos "estereotipados" pela humanidade... parecer ter tudo e sentir não ter nada, ou parecer não ter nada, tendo tudo!! Digo "parecer", pois possuir pra mim é inerente à idéia própria e não à matéria ou status... Estar em meio a uma multidão e devorado pelo vazio da solidão... falar sem mesmo dizer: isso não me refiro a observar  gestos e olhares, mas ler o sentimento pela ausência de palavras...isso é um dom bonito...parafraseando a semântica, é como enxergar o interior de um amigo pela imagem do silêncio. Escutar sem ouvir ,ora é dádiva, ora ignorância...a harmonia vem da medida da conveniência...mas em qualquer caso exemplifica mais uma vez que "ser" por uma declaração exterior é o mínimo ante o que proclama o interior: a inteligência pertence muitas vezes ao desprovido de ciência... os verdadeiros príncipes carregam em si o semblante da humildade que lhes credita o título, e são ricos na pobreza! Sobre tudo eu poderia escrever que de fato "é" não significa "ser", pois não adianta ter uma coroa e um cetro de ouro sem ter o sentimento de reinar...


Maurício Júnior

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