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Mostrando postagens de Dezembro, 2011

Be Happy =D

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Esta é a magia do tempo. Esta é a colheita particular que se exprime no cálido abraço e no beijo comungante, no acreditar na vida e na doação de vivê-la em perpétua procura e perpétua criação. E já não somos apenas finitos e sós. Somos uma fraternidade, um território, um país que começa outra vez no canto do galo de 1º de janeiro e desenvolve na luz o seu frágil projeto de felicidade.
Carlos Drummond de Andrade

Flutue..Feliz 2012 !

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Daquilo que a gente Inventa : Que seja bom !

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tempo de pensar madura e docemente o bom de acontecer (e mesmo não acontecendo fica desejado)
.Drummond
UM 2012 DE MUITA PAZ E LEVEZAS !!

E que tudo seja leve De tal forma  Q o vento nunca leve  ( C.F.A)

Ama-nheça

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"Quando você se sentir sozinho, pegue o seu lápis e escreva. No degrau de uma escada, à beira de uma janela, no chão do seu quarto. Escreva no ar, com o dedo na água, na parede que separa o olhar vazio do outro. Recolha a lágrima a tempo, antes que ela atravesse o sorriso e vá pingar pelo queixo. E quando a ponta dos dedos estiverem úmidas, pegue as palavras que lhe fizeram companhia e comece a lavar o escuro da noite, tanto, tanto, tanto... até que amanheça."

(Rita Apoena)
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Dá-me um sorriso a brincar,  dá-me uma palavra a rir,  eu me tenho por feliz só de te ver  e te ouvir.
( Fernando Pessoa )

É-ser.

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Daqueles sóis..

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Claramente: o mais prático dos sóis, o sol de um comprimido de aspirina: de emprego fácil, portátil e barato, compacto de sol na lápide sucinta. Principalmente porque, sol artificial, que nada limita a funcionar de dia, que a noite não expulsa, cada noite, sol imune às leis de meteorologia, a toda a hora em que se necessita dele levanta e vem (sempre num claro dia): acende, para secar a aniagem da alma, quará-la, em linhos de um meio-dia...
( João Cabral de Melo Neto - Num monumento À Aspirina)
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"...Não sei exatamente em que momento comecei a despertar. Só sei que comecei a desejar menos entender de onde vim e a desejar mais aprender a estar aqui a cada agora. Só sei que descobri que a solidão é estar longe da própria alma. Que ninguém pode nos ferir sem a nossa cumplicidade. Que, sem que a gente perceba, estamos o tempo todo criando o que vivemos. Que o nosso menor gesto toca toda a vida porque nada está separado.  Que a é uma palavra curta que arrumamos para denominar essa amplidão que é o nosso próprio poder..."
[Ana Jácomo]