terça-feira, 31 de maio de 2011


Que força é essa, linda flor?(...)
Que prece é essa?
Que sonho é esse?

Teu riso realçando a flor (...)

Boneca de Pano- T.M.




Vídeo da Música


"Há tanta suavidade em nada dizer. E tudo se entender..."

domingo, 29 de maio de 2011







Tudo o que dissemos, depois de um longo suspiro de alívio, foi: eu amo você. 

(Caio Fernando Abreu).


"Tão bom morar dentro de alguém.Que não economiza afetos e carrega no abraço o melhor instante do mundo." ^^








Achei um pouquinho mágico, mágico suave, você sabe - nós ali, lado a lado, falando praticamente das mesmas coisas.


Caio Fernando Abreu.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011





"Dai-me Senhor, a perseverança das ondas do mar, que fazem de cada recuo, um ponto de partida para um novo avançar."

(Cecília Meireles)
Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma. =)



Caio Fernando Abreu.

segunda-feira, 23 de maio de 2011



 "E acho tão bonito esse tempo de ser tantos caminhos, sem ao menos me perder.

(Priscila Rôde)

sexta-feira, 20 de maio de 2011




 "As coisas vão dar certo.
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa" 

[Caio Fernando Abreu]



 Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.
Que seja bom o que vier, pra você."


Caio Fernando Abreu.



  
A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?
A moça…ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar.
Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera?
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará.
A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente.
Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.

Caio Fernando Abreu.


 
"Dentro, havia um papelzinho dobrado. Ele abriu o papelzinho e leu uma frase assim: “Isto também passará”.

 Caio Fernado Abreu.
 Passará sim, Caio. Com fé, tudo passa.

quinta-feira, 19 de maio de 2011



 
O fim é lindo. Do crepúsculo, de uma vela, de uma chuva. O fim é esperançoso, exigente. Pancadas de beleza. O som e o sol pulam como um suicida ao avesso para dentro da vida.

Carpinejar.


 
Sinto uma falta absurda de você. Ficou um vazio que ninguém (pre)enche. E penso e repenso e trepenso em você por aí.

Caio Fernando Abreu.

terça-feira, 17 de maio de 2011

sábado, 14 de maio de 2011


  Felicidade se acha em horinhas de descuido..


sexta-feira, 13 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

" O espaço literário"

 
“O poema é exílio, e o poeta que lhe pertence, pertence à
insatisfação do exílio, está sempre fora de si mesmo, fora
de seu lugar natal, pertence ao estrangeiro, ao que é o
exterior sem intimidade e sem limite (...).
Esse exílio que é o poema faz do poeta o errante, o
sempre desgarrado, aquele que é privado da presença
firme e da morada verdadeira.”


BLANCHOT, Maurice. O espaço literário.


Tão clichê, tão bobo, quando a gente quer dizer que está apaixonada e sente tão amada a ponto de esquecer o resto do mundo.

Cáh Morandi

Sobre porcos, homens e a universidade pública na Bahia- Por Roque Pinto

Roque Pinto*

Era uma vez uma fazenda em que os animais eram submetidos a um patrão egoísta e brutal. Após um levante, estes animais expulsaram o dono do lugar e instituíram, sob o comando dos porcos Napoleão e Bola de Neve, um regime que se pretendia solidário e igualitário. Com o passar dos anos, Napoleão trama um golpe contra Bola de Neve, expulsa-o da fazenda e instaura uma ditadura tão malévola, corrupta e bestial que alguns animais anelavam pelo tempo em que a Granja Solar era tocada pelo cruel Sr. Jones.
De fato, na obra “A Revolução dos Bichos” (Animal Farm), de George Orwell, não tardou mais do que seis anos para que o porco Napoleão, que já ocupava a casa do Sr. Jones, passasse a beber álcool, deturpar e violar sistematicamente os sete mandamentos do “animalismo”, ocupar a cama e vestir as roupas do seu ex-dono, andar sobre duas patas e, explorando à total exaustão os demais animais, negociar a produção da fazenda com os humanos em benefício próprio.
A tinta de Orwell versa sobre a Revolução Bolchevique de 1917 e sua degeneração na ditadura de Stálin. É uma fábula que, para além de retratar de forma alegórica uma circunstância histórica específica, trata mais abstratamente dos processos de dominação que advêm do poder formal, independentemente da coloração ideológica que o emoldura.
Nesse sentido, a metáfora orwelliana poderia ser transposta e inspirar o entendimento de contextos outros, em tempos e espaços diversos daqueles em que fora originalmente concebida. Um desses cenários, em particular, apresenta similitudes espantosas. Falo do Estado da Bahia, no ano de 2011.
A Bahia, como se sabe, foi governada por quase 30 anos por um grupo político que comandava orgânica e hegemonicamente praticamente todas as instâncias formais da vida civil, servindo-se das mesmas táticas de propaganda, censura, perseguição, privilégios e controle social modeladas no fascismo italiano, e cujo artífice, mentor e chefe supremo foi o temido prefeito biônico, governador e senador Antônio Carlos Magalhães – ou Toninho Malvadeza para os movimentos sociais, sindicatos, jornalistas, políticos de esquerda e toda a ampla gama de gente que padeceu sob os cassetetes dos seus comandados.
ACM viveu ainda para, estupefato, amargar uma derrota acachapante nas urnas, em 2006, com a eleição de Jaques Wagner (PT) para o governo do Estado, sindicalista ligado à indústria petroquímica. A vitória de Wagner deu-se, portanto, pela irrevogável vontade popular de dar cabo ao império carlista e à ingerência dos seus caprichos sobre a coisa pública. E então fez-se a luz, a grande surpresa das eleições gerais de 2006 no Brasil: o novo, o fim de uma era obscura e autoritária: emerge o “governo de todos nós”.
Mas não tardou, para desapontamento dos trabalhadores baianos, que o “governo de todos nós” logo se transformasse no “governo de todos os nós”: o nó da segurança pública, o nó da saúde, o nó da educação… Triste Bahia.
Pobre educação baiana. Neste exato momento todas as quatro universidades estaduais se encontram em greve por tempo indeterminado, num movimento unificado cujos pleitos, comum a todas, são velhos conhecidos de cada um dos governadores que passaram pelo Palácio de Ondina: melhoria das condições trabalho, mais recursos para a educação, respeito aos servidores.
Concretamente, o governo Wagner, a partir de um decreto (12.583) e uma portaria, re-emitidos em fevereiro, de um só tacão promove a inanição financeira das instituições, com o estrangulamento das suas atividades fins, e solapa a autonomia universitária ao transferir para a tecnocracia do estado uma miríade de resoluções ordinárias que desde sempre coube às universidades fazê-lo, em função de suas próprias dinâmicas, tornando as ações de progressão laboral, concurso público, alocação de recursos para atividades extensionstas e de pesquisa, ou mesmo a compra de pipetas, luvas e sabão um verdadeiro pesadelo kafkiano.
No campo da negociação salarial, os acordos que vinham sendo pacientemente engendrados há  mais de um ano foram suspensos unilateralmente com a chamada “cláusula da mordaça”, que textualmente vincula a incorporação de direitos trabalhistas ao impedimento dos docentes de pleitear qualquer demanda salarial até 2015.
Sobretudo, as normativas do governo Wagner representam uma excrescência legal, e no limite a própria suspensão do Estado de Direito: o dito decreto e seus apêndices violam frontal e acintosamente a Constituição do Estado da Bahia, especificamente no seu capítulo XIII, artigo 262, que rege sobre a autonomia didático-científica, administrativa, de gestão financeira e patrimonial das suas universidades estaduais.
É notável que o contingenciamento de recursos para a educação superior se dê num contexto de bonança da economia baiana, com um aumento de PIB na monta de 7,5% em 2010. Portanto, injustificável sob o ponto de vista econômico. E mais ainda sob o ponto de vista político e jurídico, posto que a intervenção do Estado nas universidades, a subtração evidente da sua autonomia, é um assalto à legalidade e um retrocesso que é a concretização extemporânea de um velho sonho carlista: uma Bahia de joelhos, acéfala, obediente às volições imperiais do seu déspota, esclarecido ou não.
Do Palácio de Ondina à Granja Solar. Desde a primeira eleição de Jaques Wagner ao presente se tem, curiosamente, o mesmo lapso de tempo em que se deu, na fábula Orwell, a transformação do militante Napoleão num tirano incontrolável. Pois que, gradualmente, os mesmos instrumentos de dominação da repulsiva era ACM são reabilitados aqui e ali pelos “companheiros de luta” ora ocupantes do Palácio de Ondina: o contingenciamento de recursos, a propaganda, os privilégios, a recusa da negociação, o corte de salários, as ameaças, o terror. A peça final dessa transformação grotesca se deu com o corte de salários dos professores e a troca da negociação pela propaganda. De fato, o PT da Bahia tem demonstrado ser um aluno exemplar e vem aplicando sistematicamente os ensinamentos da escola de terror da era ACM:
http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/0000/00/00/92762,governo-da-bahia-faz-mais-pelo-ensino-superior.html#
Pois agora se sabe que o novo já nasceu velho e não se sabe mais qual diferença há entre ACM e Jaques Wagner. Ambos se igualam no tratamento dispensado aos amigos, à publicidade e aos trabalhadores do Estado da Bahia. Triste Bahia. Donde cabem à perfeição as palavras finais da obra de George Orwell: “mas já se tornara impossível distinguir quem era homem quem era porco.”

*Doutor em antropologia, professor da Universidade Estadual de Santa Cruz


Publicado em : http://migre.me/4vLIL
 
Todo jardim começa com uma história de amor, antes que qualquer árvore seja plantada ou um lago construído é preciso que eles tenham nascido dentro da alma.
Quem não planta jardim por dentro, não planta jardins por fora e nem passeia por eles.

Rubem Alves.

Na plenitude da Felicidade, cada dia é uma vida inteira.

 Goethe

terça-feira, 10 de maio de 2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Obama, Venha Comigo a Cartago - Affonso Romero de Sant'Anna



Em tempos de caça ao terror e Osama Bin Laden.. Eis um vídeo necessário para o despertar de nossa Realidade. 



(...)O outono toca realejo.No pátio da minha vida. (Mário Quintana)
- ilimitado o amor às vezes se limita,
proibido é que o amor às vezes se liberta.





Affonso Romano 






“E se as histórias para crianças fossem de leitura obrigatória para os adultos? Seríamos realmente capazes de aprender aquilo que há tanto tempo ensinamos?”

José Saramago

Trecho de " Acordar" Fernando Pessoa por Anitelli




"Eu adoro todas as coisas 
E o meu coração é um albergue aberto toda a noite. 
Tenho pela vida um interesse ávido 
Que busca compreendê-la sentindo-a muito. 
Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo, 
Aos homens e às pedras, às almas e às máquinas, 
Para aumentar com isso a minha personalidade. "

Fernando Pessoa.

terça-feira, 3 de maio de 2011


" quem diga que todas as noites são de sonhos.
Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão...
O que interessa mesmo não são as noites em si, mas os sonhos...
Sonhos que os homens sonham sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do 
ano, dormindo ou acordado..."
Shakespeare.







" Deixe que livros sejam sua mesa de jantar/e delícias o preencherão/
deixe que sejam seu colchão/ e você dormirá noites repousantes"

São Efrém






" Há pessoas que transformam o Sol numa simples mancha amarela, mas há
também aquelas que fazem de uma mancha Amarela, o próprio Sol."





"A Arte de viver consiste em tirar o maior BEM do maior mal "

domingo, 1 de maio de 2011


Amor, então também acaba?
Não que eu saiba.
O que eu sei é que se transforma numa matéria-prima
que a vida se encarrega de transformar em raiva ou rima.

Paulo Leminski

"O oposto do AMOR não é o ódio. Mas a  Indiferença"

Érico Veríssimo.


LIBERDADE,  essa palavra que o sonho humano alimenta.
Que não há ninguém que explique e ninguém que não Entenda.


Cecília Meireles


 Nas incertezas de um caminho que é tão doído
Sem você eu já me encontrava tão sozinho(...)


Sem você, sem você  Nem o tempo me faz companhia
                                                       Não me arranca essa agonia de viver

(Paula Fernandes- Sem Você)